quinta-feira, 30 de abril de 2009

A mão para fora.

Lembrei-me da minha infância, e eu até tinha me prometido não escrever sobre lembranças aqui, esse espaço é ( seria) mais racional, mas não aguento, e acabo por me permitir.
Chovia quase forte e era tarde, uma tarde não constumeira, porque aqui sempre chove cedo, a chuva só tarda quando é para não molhar, e sendo assim, quase nunca se dá ao tarbalho de vim, e eu nunca sei se chega, eita vida.
A mão dela tava para fora da janela, me deu uma inveja boa do vento entre os dedos, a umidade parecia fazer bem, ela sorria por me mostrar que eu me molharia pouco ao descer na próxima parada obrigatória. E eu fiquei feliz, mesmo querendo que chovesse mais e mais... é que em dias de chuva a próxima parada nunca é a mesma. E que não seja !

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