ouso omitir a fonte. é tudo sempre mentira. histórias que nos contam, tão carentes de desejo... eu não acredito em mais nada que possa chegar pelo lado oposto a mim. cansei desse fardo de ouvir por educação... vou desligar o telefone, vou cantar o caralho... mas não vou deixar você mentir. vou deixar a frase solta, leve, livre... ainda por acabar.
porque a finitude não é tão de repente quando a porta que se fecha, não pelo menos, por enquanto.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
terça-feira, 14 de julho de 2009
...
segunda-feira, 6 de julho de 2009
cinco minutos.
" tia lavínia, posso ligar para minha mãe? é que eu estou com uma saudade dela."
a palavra era saudade, o som era mais que de angústia, a face era de atenção espectadora... e a saudade era a mais linda que já vi,
porque a beleza sempre tem palco na sinceridade, e eu não pude desconfiar daqueles olhos sedentos de carinho, do melhor que existe, esse que só mãe sabe fabricar.
e pensei comigo, vendo-a articulando o encontro para o próximo dia...
tão pequena é já entende da saudade, ou essa falta que se sente é só uma maneira elegante e convencional da gente falar da corrida pela espera sentada?
vai saber...
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