ouso omitir a fonte. é tudo sempre mentira. histórias que nos contam, tão carentes de desejo... eu não acredito em mais nada que possa chegar pelo lado oposto a mim. cansei desse fardo de ouvir por educação... vou desligar o telefone, vou cantar o caralho... mas não vou deixar você mentir. vou deixar a frase solta, leve, livre... ainda por acabar.
porque a finitude não é tão de repente quando a porta que se fecha, não pelo menos, por enquanto.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
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